Pensamentos meus

Nenhuma expressão é editorialmente livre, ela será sempre censurada pela nossa consciência... o que se escreve é o que sobra!


18 comentários :: Pensamentos meus

  1. Costumo pensar como o T.S. Elliot que "Escrever é fugir da emoção"

    É o "eu" baixinho que suplica por falar.

    Abçs meu caro,



    Novo dogMa:
    históRias...


    dogMas...
    dos atos, fatos e mitos...

    http://do-gmas.blogspot.com/

  2. Concordo completamente com este teu pensamento. O que se escreve (e muitas vezes também o que se diz em voz bem alta) é apenas o que sobra - é por assim dizer o produto politicamente correcto que sai após a acção da censura. Mas nós comunicamos muito mais através de outros tipos de linguagem, e a censura já não opera (tanto) a esses níveis. A questão é que muita gente não tira partido nenhum deste facto, uma vez que não estão habituadas a detectar lapsos, palavras soltas ou linguagem corporal.Eu acho que saber interpretar minimamente a linguagem corporal é muito importante, ajuda imenso.
    beijos

  3. Verdade, portuga sumido 8D
    Tipo, quando eu escrevo no meu blog tirando o que tenho da cabeça e pondo no site, eu censuro algumas coisas que acho meio bizarras por várias formas de julgamento. Com preconceitos, escrúpulos e tal.
    Achei mara a imagem.
    abraçosmil

  4. Concordo plenamente.

    A unica vez em que não editamos o que falamos ou escrevemos e quando não estamos sóbrios.
    E quase sempre nos arrependemos da noite anterior, e do que dizemos (affe). Já passei por isso! (risos)

    Abraço

  5. Às vezes meu caro, ás vezes...
    sou cada vez menos adepta de certezas absolutas.

  6. rod: gosto muito do T.S. Eliot. Aliás, ele nasceu nos EUA e foi viver aos 25 anos para o Reino Unido. Como ele próprio dizia, jamais a poesia dele seria o que foi (e que lhe grangepu o prémio Nóbel da literatura em 1948) se não tivesse nascido num sítio e vivido noutro.
    De facto, "escrever é fugir da emoção" transporta-nos para a necessidade de se escrever sempre que não há outra forma de conter a emoção. Contudo, rod, aqui eu quis acentuar outra coisa. Independentemente da razão e emoção, quando escrevemos temos sempre algum pudor, é a nossa consciência a servir de censura, a controlar os nossos ímpetos. Claro que a consciência difere de ente para ente, pois esta detemina os valores do bem e do mal, e nesses nem todos emparelhamos.

    Abraços

  7. Lisa: Ah! Levaste isto muito longe, para a Comunicação em si. Não se esgota no eu, mas sim no outro. Ok! Concordo com o que dizes, mas também na escrita há o subliminar e esse nem sempre é entendido. É nesse jogo de palavras escritas, ditas e não ditas, com todos os auxiliares de que dispomos (os cegos não poderão dizer o mesmo quanto à visão, mas batem-nos na audição... perceberão melhor o entusiasmo escondidou ou a decepção contida)que se cria a linguagem. A sociologia da linguagem faz a abordagem ao tema, com Joshua Fishman (um judeu, como gosto deles :) a encabeçar os teóricos desta disciplina.

    Beijos


    P.S. o saber ver para além do óbvio é uma arte, por isso a inteligência é um factor determinante para a comunicação. Nada que te falte! ;)

  8. Bertonie: portuga sumido, eu brasuca? :D

    Faz bem em se conter, imagina o que poderia escrever? :)

    A imagem é mara? Não cara, ela se chama magda! :D

    Grande abraço

  9. Gusta: Hahahahahaha! Com uma Guiness é possível, com várias já não sei!

    Na noite after? E na própria? :D Quem não passou por isso? :)

    Abraço

  10. 02: percebo-te. Há quem minta muito a escrever, sobretudo os jornalistas. Mas eu falava no limite da consciência de cada um e eles não a têm! ;)

    Beijos

    P.S. Certezas não há nenhumas, minhas muito menos! :)

  11. “…Escrever é saber vomitar todos os nutrientes necessários sem ficar com fome…”

  12. atento: és ruminante? :D Eu quando expulso o excesso não vomito, por uma questão de higiene, mas a imagem vale por mil palavras. Ok! A ideia que passas é diferente do que aqui falo; falas de um exercício físico, da exaustão da escrita, do alimentar o próximo com parte de si; quando escreves para ti és autofágico?... ok, eu prefiro pagar uma boa refeição aos amigos. O conceito é o mesmo, mas produz mais leitores! ;)

    Abraço

    P.S. Depois da ressaca isso passa! :)

  13. Obrigada pela visita ao Arte cemiterial.
    Sim, carrego a tristeza no olhar as vezes.
    Mas continuo a amar os cemitérios, verdadeiros museus de marmores e bronzes.
    Mas um carvalho....seria a própria naturaza a guardar você.
    beijosssssssssssss

  14. Martha: Verdade, a simbiose seria perfeita. E este blogue, deu para ler alguma coisa ou tem muita vida? :)
    Beijos

  15. ESTÁ AÍ UMA GRANDE VERDADE !!
    (escrevi até de caixa alta ... notou ?? rs)
    Parabéns pelas postagens e imagens!
    Bjs
    Helô

  16. Helô: eu também acho, pelo menos para a maioria.
    Obrigado pelas palavras amigas.
    Beijos

  17. Adorei teu blog APRENDIZ...adorei!
    virei aqui muitas vezes...tenha a certeza...
    Agradeço tua visita preciosa no meu!

    Beijos muitos!

  18. Celina: ainda bem que gostaste. Senta-te no sofá, no puff ou no chão. Aqui ninguém faz cerimónia. Ah! Eu sou o miúdo parecido com o anúncio da Martini, sim... os óculos são parecidos :D, e que está de chanatas, calças e camisa branca de linho, esta por fora das calças e sem estar abotoada (para mostrar o bronze), a tocar piano... espera, não, bolas, afinal sou o puto de borbulhas que está na varanda a contar piadas a 3 miúdas... não se pode ter tudo! :D
    Beijos

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