As sociedades (anónimas, por quotas, etc.) têm de ter a contabilidade organizada, publicar as suas contas trimestralmente ou anualmente, mas com um senão... as contas são sempre validadas por entidades pagas pelos próprios. Isto é de loucos! E ainda se admiram com a crise? Acreditam que alguém pago pela empresa vá denunciá-la por irregularidades? No limite o auditor demite-se da responsabilidade e a empresa contrata um novo.
Só há uma solução; ser o Estado a nomear e a pagar os auditores, e as empresas a pagar um imposto específico para este fim. Só as boas práticas permitem organizações com comportamentos éticos, já que muitos dos seus gestores têm tentações.
Ao Estado cabe regulamentar (bem e atempadamente), fiscalizar e punir. Para isso tem vários poderes, que faça uso deles!
Ora aí está uma coisa bem pensada. Estavas também a incluir as auditorias as fundações??
Valentim Coelho
13/1/09 21:05Condordo contigo. Não deveria ser a empresa a pagar ao ROC...... mas enfim .
Quanto a tua solução.....Será que poderiamos confiar no sistema ????? Com a crise financeira e de valores que anda aí .... as tentações são muitas.....
Será necessário o ROC ?????????????? Não chega o TOC....
Mary Mary
Anónimo
14/1/09 09:26Valentim: bem, nas fundações nem comento... num edifício estão tão escondidas as fundações! ;)
Mary: não sou profissional, só cliente. Mas faço fé na tua experiência! Agora os ROC que se insurgam!
Aprendiz
15/1/09 14:59Olá... tenho minhas resalvas. A corrupção é possível em qualquer das esferas de governo e da sociedade, porém confesso que há algum tempo atrás pensava exatamente neste ponto. Uma auditoria custeada pelo governo.
Acredito que podera ser uma realidade a médio prazo, pois a medida que nossa democracia vá amadurecendo, as ferramentas de tecnologia avançam, a percepção da população melhora. Isso gerará condições de acreditar em uma auditoria custeada pelo Estado.
Um abraço.
Seu texto está ótimo.
Moisés Ávila.
Anónimo
21/1/09 10:51